Como adquirir um imóvel em 4 passos iniciais

Adquirir um imóvel faz parte dos planos da maioria dos brasileiros. De fato, a casa própria é o segundo maior sonho da população. Porém, é necessário muito cuidado e planejamento na hora de comprar seu imóvel. Certamente, seus sentimentos precisam ser controlados para fazer o investimento que cabe no seu bolso.

Além dos seus desejos, é também fundamental repensar suas reais necessidades e melhores condições de compra para o seu momento atual. Então, quer entender cada um desses aspectos e sair daqui com dicas preciosas para adquirir seu imóvel da forma certa? Leia até o fim e descubra como investir com sucesso!

Adquirir um imóvel: 4 passos para começar

Resumidamente, podemos destacar 4 pontos iniciais. A saber:

  • Lista de desejos;
  • Desejos VS. necessidades;
  • Momento da compra;
  • Orçamento.

Passo 1: Lista de desejos

Primeiramente, anote tudo o que você quer no imóvel adquirido. Mas, envolva também as pessoas que farão parte do investimento junto com você.

Isso ajudará a chegar à versão ideal do seu imóvel. Contudo, saiba que nem sempre a versão ideal é, de fato, a melhor opção de compra.

Passo 2: Desejos VS. Necessidades

Em segundo lugar, chega o momento de ser realista. Visto que a casa própria é uma das aquisições mais custosas da vida. Logo, quanto maior sua lista de desejos, igualmente maior será o investimento.

Dessa forma, refine sua lista dispensando o que você não precisa. Certamente, durante a compra, muitas propagandas apresentarão o “imóvel dos sonhos”.  

Porém, se você não se prevenir, este sonho acaba se tornando um pesadelo. Portanto, não se guie pelos seus desejos. Mas sim pelo o que é realmente essencial para seu momento de compra.

Passo 3: Momento de compra

Em terceiro lugar, as necessidades mudam de acordo com as fases da vida. Por exemplo, um estudante solteiro certamente não precisa do mesmo imóvel que uma família com três filhos. Semelhantemente, os custos de um não são os mesmos do outro.

De forma geral, famílias compactas cabem em imóveis compactos. Por exemplo, jovens recém-casados. Não adianta, portanto, buscar o imóvel ideal, talvez adquirido com o esforço de décadas, no início da vida. Nesse caso, podemos sugerir os seguintes tipos imobiliários:

  • Lofts (área total de 50m², com cômodos totalmente integrados);
  • Studios (área total de 30m² a 35m², com cômodos totalmente integrados);
  • Apartamentos compactos de até 2 quartos (50m² ou um pouco mais, porém com divisão de cômodos).

Logo, o mais inteligente é investir evitando custos maiores com empréstimos, bem como focar em investimentos menores. Desse modo, esse casal estará garantindo um patrimônio palpável, o qual servirá para adquirir algo maior no futuro.

Passo 4: Orçamento

O orçamento ainda está relacionado ao momento de compra. De fato, é mais fácil um casal mais maduro ter condições financeiras melhores do que os jovens exemplificados anteriormente.

De igual modo, as necessidades mudam nesse meio tempo. Assim, conforme se tem filhos e as crianças vão crescendo é necessário mais espaço. Também, considerar outras questões, como proximidade de escolas, por exemplo.

Dessa forma, a melhor coisa a se fazer é começar a poupar antes dessas necessidades se tornarem emergentes. Ou seja, potencialize seu orçamento desde o nascimento dos filhos.

Só para ilustrar, existem tipos de investimentos para fazer seu dinheiro render objetivando a aquisição de um imóvel. Mesmo com pouco dinheiro, você pode optar pelos seguintes rendimentos:

  • Poupança;
  • Tesouro Direto;
  • CDB (Certificado de Depósito Bancário);
  • LCI (Letra de Crédito Imobiliário).

Compra planejada

Além disso, você também pode planejar a compra de imóveis não prontos. Geralmente, o orçamento para essas peças são menores.

Sendo uma compra futura, essa é uma boa dica para adquirir um imóvel maior de acordo com necessidades mais complexas. Assim, algumas opções são:

Cuidado com o financiamento imobiliário

Ressaltamos, que é necessário cuidados quando se opta por financiamento. Ele se torna de menor risco quando se tem renda fixa constante, bem como uma reserva em casos de emergências. Só para ilustrar, ao longo do financiamento, você pode ter um revés, lidar com demissão no emprego ou atrasos de pagamento.

Desse modo, é fundamental ter uma poupança capaz de abater pelo menos 3 parcelas do empréstimo. Geralmente, esse é o prazo máximo para a tomada da propriedade pelo financiador e levado do imóvel a leilão. Outra possibilidade é usar o FGTS para quitar parte ou, em certos casos, integralmente o financiamento.

Portanto, é fundamental tomar esses cuidados ao adquirir um imóvel para que esse sonho não se torne um pesadelo. Acima de tudo, enquanto sua renda for pequena, evite financiamentos ou empréstimos em geral. Nesse sentido, pense em imóveis compactos, que servirão como patrimônio para a compra de algo maior no futuro. Dessa forma, quando suas necessidades aumentarem, você terá melhores condições de seguir em um investimento mais elevado. Ainda tem dúvidas? Então, comente e responderemos suas questões!

Deixe um comentário